Suporte Terapêutico para as Doenças Degenerativas

R$180,00

Ao voltarmos o olhar para a fisiopatologia de doenças crônicas invariavelmente nos deparamos com presença de estresse oxidativo, estresse metabólico e inflamação crônica estéril. O fundamento da medicina preventiva ou ativa é baseado na antecipação do surgimento da doença, ou seja, se for possível combater a alteração primária que ocorre no processo mórbido, pode-se, pelo menos teoricamente, reduzi-lo.

Todavia este não é modelo perseguido pela medicina acadêmica e sua grande aliada a Indústria Farmacêutica. Porém, um grande número de trabalhos publicados em revistas especializadas indexadas, de várias áreas da atuação médica, tem enfatizado a necessidade de buscar compostos biológicos ou não, capazes de alguma forma interagir com estes processos.

Categoria

Informação adicional

Título

Suporte Terapêutico para as Doenças Degenerativas

Autor

Artur Lemos

Edição

1ª Edição

Resumo

O tratamento das doenças crônicas segue sendo o calcanhar de Aquiles da medicina moderna, desde que as maiores pesquisas e busca de novos tratamentos  se voltam para reduzir os sinais e sintomas que acometem os pacientes. As duas patologias que mais acometem o ser humano, a doença cardiovascular e o câncer, continuam em ascensão em todo o mundo e doenças como  a Diabete Mellitus e as patologias autoimunes,não param de crescer entre as patologia mais comuns entre nós. Ao voltarmos o olhar para a fisiopatologia destas doenças crônicas invariavelmente nos deparamos com presença de estresse oxidativo, estresse metabólico e inflamação crônica estéril.O fundamento da medicina preventiva ou ativa é baseado na antecipação do surgimento da doença, ou seja, se for possível combater a alteração primária que ocorre no processo mórbido, pode-se, pelo menos teoricamente, reduzi-lo. Todavia este não é modelo perseguido pela medicina acadêmica e sua grande aliada a Indústria Farmacêutica. Porém, um grande número de trabalhos publicados em revistas especializadas indexadas, de várias áreas da atuação médica, tem enfatizado a necessidade de buscar compostos biológicos ou não, capazes de alguma forma interagir com estes processos. Quatro compostos se destacam com esta capacidade, as vitamina K2 e D3, o cofator enzimático ácido alfalipóico e o produto farmacêutico naltrexona prescrito em doses muito baixas.

Utilizando estes quatro compostos, nas mais diversas patologias, o autor observou um acréscimo evidente na resposta clínica de doenças anteriormente tratadas do ponto de vista alopático, acrescido dos conceitos da Prática Ortomolecular. Assim, doenças como Crohn, Parkinson, psoríase, fibromialgia, Artrite Reumatóide, câncer, patologias cardiovasculares, dor crônica, entre outras, obtiveram melhora além do esperado.  A vitamina K2 tem um papel central na prevenção do depósito de cálcio arterial que vai muito além do já conhecido “depósito anomalo do cálcio”, pois impede a formação de células like osteoblasto na região da célula muscular lisa arterial. A vitamina D3 além de sua função clássica no metabolismo ósseo, controla 900 genes, interfere em muitos aspectos da saúde que incluem as doenças autoimunes,  maior estímulo da célula natural killer contra o câncer e, melhora do desempenho ergogênico em atletas e sedentários. O ácido lipóico além de sua clássica ação no metabolismo glicídico tem ação protetora na bainha de mielina, efeito inibidor da progressão da célula cancerosa e bloqueador do osteoclasto podendo também ser útil no tratamento da osteoporose.

Um comentário especial sobre a naltrexona. Liberada pelo FDA há várias décadas para tratar viciados em heroína, passou a ser utilizada em doses muito baixas principalmente com dois objetivos, reguladora imune e bloqueadora de receptores específicos de crescimento celular com promissoras ações bloqueadoras da expansão neoplásica. Já existe vasta experiência no câncer, doença de Crohn, psoríase e diversas outras doenças autoimunes.

O livro está dividido em 4 capítulos um para cada composto estudado e apresenta extensa bibliografia sobre eles.

Sumário

VITAMINA D
 
Fisiologia
Síntese e ativação
Receptor VDR
Fatores de risco para deficiência da vitamina D
Equilíbrio imunológico
Depressão
Esclerose Múltipla
Doença de Alzheimer
Desempenho Físico ( ergogênica)
Câncer
Antiglicante
Hipercalcemia (risco)
Fontes
Tabela das concentrações
Referências bibliográficas
 
ÁCIDO LIPOICO
 
Estrutura química
Metabolismo Energético
Antioxidante
Quelante
Benefício na sensibilidade à insulina
Insulina
Resistência à insulina
Anti-inflamatório
Restrição calórica
Diabete Mellittus e Neuropatia diabética
Estudos clínicos com ácido lipóico
Doença de Alzheimer
Obesidade
Degeneração hepática gordurosa não alcoólica
Doenças cardiovasculares e disfunção endotelial
Câncer
Osteoporose
Modos de Prescrição
Referências bibliográficas
 
VITAMINA K2
 
Papel do cálcio nas arteriopatias ( mineralização  ectópica)
Fisiopatologia da calcificação arterial
Homeostasia do cálcio na circulação
Células like osteoblasto nos vasos sanguíneos
O papel Gla matrix na calcificação arterial e valvular cardíaca
Diferenciação osteo/condrogênica e mineralização vascular
Estrutura química
Modo de ação nas proteínas dependentes da vitamina K
Efeito antihemorrágico da vitamina K1
Modo de ação da vitamina K2
Insuficiência da vitamina K2
Diagnóstico da calcificação vascular
Osteoporose- tratamento com cálcio
Absorção da vitamina K2
Tipos de vitamina K2
Fontes da vitamina K2
Insuficiência renal crônica e arteriopatias
Prevenção da osteoporose
Referências Bibliográficas
 
BAIXAS DOSES DE NALTREXONA (LDN)
 
Opióides
Endorfinas endógenas
Ação farmacêutica da naltrexona
História da naltrexona
Ação no receptor OGF
Múltiplas ações da naltrexona
Benefícios no sistema imune
Doenças beneficiadas pela naltrexona
Esclerose múltipla
Câncer
Síndrome da dor complexa regional
Psoríase
Camada córnea com paracetose
Doença de Crohn
Dor crônica
Depressão
Prescrição da LDN
Apresentação de dois casos clínicos pelo autor
Referências bibliográficas

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