Programas de Detoxificação Podem Reduzir Doenças Crônicas e Autoimunes

Graves causadores de doenças no nosso cotidiano

Preocupações com intoxicações remontam aos povos antigos, no entanto, a medicina moderna dá muito pouca importância à possibilidade de que tóxicos do meio ambiente causem doenças, exceto àquelas relacionados à Medicina do Trabalho. A formação médica atual não consegue vislumbrar que intoxicações por poluentes do meio ambiente podem causar doenças fora dos padrões clássicos do denominado “envenenamento” como o que ocorre com a ingestão de arsênico, tolueno ou com o benzeno cujos quadros clínicos de intoxicação são bastante conhecidos.

Este artigo se refere às alterações graves causadoras de doenças que ocorrem com toda sorte de poluentes que estão presentes no meio ambiente e que cotidianamente entram em contato com os indivíduos através da água, alimentos, ar, roupas, produtos de limpeza, desinfetantes, ceras, utensílios domésticos, brinquedos, pilhas, borrachas, filtro de café, detergentes entre muitos outros. Este distanciamento da medicina ortodoxa em relação aos produtos tóxicos multiplica a preocupação tanto pelo crescente contato da população com os poluentes do meio ambiente quanto com a confirmação cada vez mais frequente sobre distúrbios clínicos advindos destes poluentes.

A detoxificação é um processo para se retirar do organismo produtos tóxicos caso do álcool, drogas ilícitas e milhares de compostos químicos, exógenos ou endógenos, capazes de causar algum tipo de dano ao organismo. O Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos define a palavra toxina para um composto capaz de causar algum dano e que foi produzido por bactérias, plantas ou animais e, reserva o termo tóxico para produtos liberados no meio ambiente pela atividade humana (metal pesado, inseticidas, herbicidas, produtos químicos adicionados aos alimentos etc).

 

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