Dr. Artur Lemos referência em Medicina Ortomolecular

A identificação de indivíduos portadores de inflamação aguda ou crônica e concomitante deficiência de ferro é um desafio na medicina clínica

A identificação de indivíduos portadores de inflamação aguda ou crônica e concomitante deficiência de ferro é um desafio na medicina clínica

A identificação de indivíduos portadores de inflamação aguda ou crônica e concomitante deficiência de ferro é um desafio na medicina clínica.

Durante a resposta do corpo à infecção, inflamação ou malignidade, a disponibilidade de ferro é limitada a fim de privar os patógenos desse nutriente, uma ação que envolve a hepcidina.

O fato da ferritina ser uma proteína de fase aguda, que se eleva na resposta de fase aguda à infecção ou inflamação, bem como na doença hepática, sem representar um
aumento nos estoques de ferro, é uma fator complicador.

Recente revisão comparou a ferritina sérica com a concentração de ferro na medula óssea, tanto em indivíduos saudaveis quanto em portadores de inflamação crônica, quando ficou demonstrada uma concentração média de ferritina de 82,43 μg/L naqueles portadores de deficiência de ferro e concomitante doença inflamatória.

Nos deficientes de ferro sem inflamação a concentração média foi de 15,1 μg/L.

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